Patti Smith: “NĆ£o abandonem os livros”

A humildade com que encara o seu papel de artista em nada a impediu, nem impede, de ter amor-próprio e de demonstrar até um gosto em ser fotografada, por exemplo. Porém, sem artifícios, com a naturalidade de quem se sente confortÔvel com a própria pele. Não se pode esperar outra coisa de um cabelo grisalho e desalinhado, calças de ganga gastas e botas velhas, que não verdade nua e crua. Como não admirÔ-la?

ReseƱa crĆ­tica de ā€œDionysusā€ – el apogeo de la visión simbólica de Dead Can Dance.

Para los que han leĆ­do “El origen de la tragedia en la mĆŗsica” de Nietzsche, es evidente que esta obra maestra del siglo XIX acaba de ganar la banda sonora perfecta. Los mĆ”s de 35 aƱos de carrera de Brendan Perry y Lisa Gerrard son la prueba de que nunca dejan nada al azar e incluso la ausencia de una sola palabra inteligible no interfiere con la capacidad de comunicación del Ć”lbum.

ā€œDionysusā€ – o apogeu da visĆ£o simbólica de Dead Can Dance.

O nono Ć”lbum da banda, ā€œDionysusā€, surge num dia de outono, num cenĆ”rio de inspiração pagĆ£, como celebração do renascimento de um mito antigo. Mas se ā€œAnastasisā€ foi o resultado de uma genialidade artĆ­stica sem paralelo, que visĆ£o poderĆ” suplantar ā€œChildren of the Sunā€, ā€œOpiumā€, ā€œAmnesiaā€ ou ā€œKikoā€?